
Sábado: sozinha, com medo, triste, e inexistente.
O que sou?! Não sei mais.
Choro à horas, e cada vez mais, não quero ficar aqui! Me ajude! Não tenho pra onde correr.
Triste é meu fim, meu amor ao léu, minhas vontades reprimidas, meus desejos massacrados, minhas palavras borbulhando em meu peito, pegando fogo, e me queimando por dentro.
Meus pensamentos dilacerando meu eu, rasgando meu último suspiro.
Quem eu sou?!
Por que a dor existe? E por que assim como ela nos tira a felicidade não podemos tirá-la do peito?
Não posso prosseguir com isso...
Me desculpem.
Levo no peito quem amo, quem admiro, e quem me cativou, por eles luto HOJE, AMANHÃ, e SEMPRE, para estar com um sorriso no rosto, mas por agora... eu talvez precise de um sorriso.
Boa noite.
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